2014-05-30

As incríveis ilustrações de fantasia de Nguyen Huy Thien

Nguyen Huy Thien é um jovem artista que vive no Vietnã. Trabalhando sobretudo com artes conceituais e ilustrações para games e outros projetos online, Nguyen Huy Thien cria incríveis ilustrações baseadas em temas de fantasia e ficção científica, mas com um viés mais forte para os mundos fantásticos. Com um traço impecável e cheio de detalhes, as ilustrações do artista nos levam a mundos de fantasia onde as batalhas e a violência são parte do cotidiano, e a cada passo podemos dar de cara com monstros colossais, feiticeiros sombrios ou demônios abissais.

Vejam as incríveis ilustrações de fantasia de Nguyen Huy Thien:


Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Senhor negro das aranhas

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Ataque leonino

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Arioch - Dragon Genesis Project

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Queimando os anos

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Exército sombrio

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Rei da escuridão

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Guerreiro vs. dragão

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Guardião com duas espadas

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Destinos finais

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Criatura híbrida

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Hephaistos - Dragon Genesis Project

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Dentro da caverna

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Mastema - Dragon Genesis Project

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Arca de Noé

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Familiar da escuridão - Legend of the Cryptids

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

A guerra feroz

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Poderoso campo de batalha

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Dragão enrolado

Nguyen Huy Thien deviantart ilustrações fantasia

Homem-lobo

Imagens via perfil de Nguyen Huy Thien no DeviantArt. Dica via The Design Inspiration - Dragon Genesis.

'Gostaria de ser analista, mas suspeito que entrevistadores duvidam que isso vai dar certo' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 30/05/2014, com um ouvinte que tem um cargo de gerente, mas que executa o trabalho de um analista, e tem dificuldade para conseguir outro emprego como analista.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Gostaria de ser analista, mas suspeito que entrevistadores duvidam que isso vai dar certo'

gerente analista

Um ouvinte escreve: "Trabalho em uma empresa de pequeno porte, na qual tenho um cargo de gerente. Ele me foi dado mais por consideração do dono, porque no fundo quem toma todas as decisões é ele, e eu só tenho um subordinado. Acontece que mantenho contato com colegas que se formaram comigo e eles ganham mais do que eu, mesmo ocupando funções como assistente ou analista, mas em empresas bem maiores do que a minha. Eu não teria nenhum problema em abdicar do meu título gerencial para ganhar mais em uma empresa de maior porte, mas tenho a impressão de que os entrevistadores desconfiam que eu não vá dar certo. Por isso, até agora, tentei muitas vagas e não consegui nenhuma. O que você sugere que eu faça?"

Bom, a sua percepção está correta. Os entrevistadores, de fato, desconfiam em princípio que alguém disposto a passar de gerente para analista, irá começar a agir, no dia a dia, mais como gerente do que como analista, o que criaria choques e desentendimentos com o superior imediato, que muitas vezes sequer possui o título de gerente.

O que eu lhe sugiro é trocar em seu currículo, e principalmente nas conversas em entrevistas, o título de "gerente" para "gestor". E aí você pode explicar ao entrevistador que o seu trabalho é de analista ou de assistente, como de fato é, em relação ao dono de sua empresa.

Mesmo que em sua carteira profissional conste o título de gerente, isso somente seria percebido depois que você fosse selecionado para uma vaga, porque não é necessário que você apresente antecipadamente a carteira.

E você está muito certo em mudar. Um título só faz bem para o ego se também fizer bem para o bolso.

Max Gehringer, para CBN.

'Setor privado paga mal ou existe discriminação contra funcionários públicos?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 29/05/2014, com uma ouvinte que trabalha no setor público e quer mudar para o setor privado, mas acha os salários iniciais muito baixos. (OBS: parte do comentário parece estar faltando do arquivo disponibilizado no site da CBN).

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Setor privado paga mal ou existe discriminação contra funcionários públicos?'

salários iniciais setor privado e público

Uma ouvinte escreve: "Trabalho no setor público como funcionária concursada. Tenho 25 anos e concluí uma faculdade e uma pós-graduação, imaginando que com isso eu poderia passar para o setor privado com vantagens. Entretanto, todas as oportunidades que apareceram até agora foram para ganhar menos do que eu ganho, e eu não ganho nenhuma fortuna. Pergunto se o setor privado paga mal ou se eu é que não estou tendo sorte ou se existe discriminação contra quem quer passar do setor público para o privado?"

(...)

Depois, com o tempo, aqueles funcionários que conseguirem se destacar nas empresas privadas, irão eliminar, com folga, essa diferença. E por que isso acontece? Porque os salários iniciais no setor público são decididos antecipadamente através de editais. E os salários iniciais no setor privado são regidos pela lei da oferta e da procura. Quanto mais candidatos aparecem, menor será o salário oferecido.

E não, não existe discriminação. Os processos para selecionar candidatos é que são diferentes. Cada um com suas vantagens e desvantagens. No setor público, as vagas são preenchidas por concursos, e neles não são avaliados fatores pessoais ou comportamentais. E nem é levada em conta a experiência prévia, que pode ser nenhuma. No setor privado, esses dois fatores possuem um peso decisivo.

Então, se você deseja mesmo mudar, provavelmente terá que fazê-lo por um salário inicial mais baixo, considerando-se a sua pouca idade e a sua ainda pouca experiência.

Max Gehringer, para CBN.

'Vou abrir meu negócio próprio e gostaria de alguns conselhos' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 28/05/2014, com uma lista de quatro coisas que podem acontecer a um novo negócio, e que um empreendedor precisa estar preparado para resolver.

Áudio original disponível no site da CBN. E se você quiser ler os comentários anteriores do Max Gehringer, publicados aqui, basta clicar neste link.

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'Vou abrir meu negócio próprio e gostaria de alguns conselhos'

nova empresa

"Estou para começar o meu próprio negócio, uma loja", escreve um ouvinte. "Investi nela todas as minhas economias, além de ter que pegar algum dinheiro emprestado. E gostaria de ouvir alguns conselhos seus antes de abrir as portas."

Vamos lá. De modo geral, empreendedores que partem para o primeiro negócio próprio possuem algumas características que são culturalmente inerentes ao povo brasileiro. Dentre elas, muito otimismo na avaliação prévia dos riscos.

Vou então lhe dar uma pequena lista de coisas que podem acontecer e para as quais você precisa estar antecipadamente preparado.

Primeira: se parte de suas vendas forem a crédito, nem todos os clientes irão pagar no dia devido.

Segunda: se você contratar funcionários, nem todos irão encarar o trabalho com a devida seriedade.

Terceira: se você tiver concorrentes nas redondezas, praticamente todos eles irão pensar em artimanhas para que você tenha o mínimo possível de clientes.

Quarta: se você gastar tudo o que faturar, em vez de ir formando uma pequena reserva a cada mês, em algum momento você terá que pedir mais empréstimos para manter o negócio aberto.

Esses são os quatro principais fatores que levam metade dos novos empreendedores a desistir antes do segundo ano. Porém, olhando pelo lado positivo, a outra metade dá certo. E 50% de possibilidade de sucesso é um número que pode parecer ruim a primeira vista, mas é muito bom. Se você ficar atento, desde já, a tudo o que pode dar errado, suas chances de dar certo aumentam consideravelmente.

Max Gehringer, para CBN.

'Posso pedir um aumento de salário por e-mail?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 27/05/2014, com um ouvinte que se expressa melhor escrevendo do que falando, e por isso quer pedir um aumento por e-mail.

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'Posso pedir um aumento de salário por e-mail?'

e-mail dinheiro

Um ouvinte escreve: "Eu sempre me expressei muito melhor escrevendo do que falando. E por isso pergunto se eu poderia solicitar a meu superior um aumento de salário por e-mail?"

Sim, você pode. Desde que o contato diário com esse seu superior seja normalmente através do e-mail, e não predominantemente por telefone ou pessoalmente.

Por outro lado, o seu superior conhece você e deve saber dessa sua preferência pela comunicação escrita. E, portanto, ele não iria estranhar se você escrevesse. Além disso, o e-mail lhe permite ser mais conciso e lhe dá a vantagem adicional de poder listar todos os seus argumentos sem ser interrompido.

Ao escrever, eu sugiro que você vá direto ao ponto, solicitando o aumento logo na primeira linha, e não no fim da mensagem. E listando, em linhas separadas, cada um dos motivos para que o aumento lhe seja concedido. Esses motivos devem ser, preferencialmente, mensuráveis e não emocionais, como por exemplo, "sempre fui um funcionário dedicado e motivado". Isso cabe a seu superior decidir.

Também é importante que você não utilize argumentos pessoais, como a sua situação financeira, porque esse é um problema seu e não da empresa.

Eu espero que você consiga o aumento. Mas permita-me sugerir que você faça, o mais rapidamente possível, um curso de expressão verbal. Aprimorar a maneira como você se comunica falando é uma necessidade que nada tem a ver com o aumento, mas com toda a sua vida profissional. O pedido de aumento pode ser feito por escrito, mas muitas outras coisas em sua carreira, não poderão.

Max Gehringer, para CBN.

'Mudanças constantes de emprego, mas justificáveis, podem me prejudicar no futuro?' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 26/05/2014, com um ouvinte que está preocupado se no futuro sua carreira estará prejudicada por ele trocar bastante de emprego, mesmo que a cada troca haja boas oportunidades.

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'Mudanças constantes de emprego, mas justificáveis, podem me prejudicar no futuro?'

pulando de empregos

Um ouvinte escreve: "Tenho facilidade para me adaptar a diferentes ambientes de trabalho. E tenho também muita disposição para progredir sempre que uma nova oportunidade aparece. Juntando essas duas coisas, troquei de emprego quatro vezes nos últimos três anos. Em todas elas, pedi demissão e sai sem me indispor com as empresas, argumentando que eu me dava bem com meus colegas e superiores, mas que a nova oportunidade era imperdível em termos salariais e de carreira. O que eu gostaria de saber é se essas mudanças constantes, porém justificáveis, poderão me causar inconvenientes futuros? Estaria eu sendo visto como alguém que não consegue parar em um emprego ou, o que é realmente verdade, alguém que só muda quando tem um motivo plenamente aceitável?"

Bom, o que irá acontecer, ou já está acontecendo, é que o seu leque de opções para continuar mudando se torna mais reduzido. Você dificilmente seria contratado por uma empresa que tenha um plano de carreira e um programa de desenvolvimento de funcionários em médio e longo prazo. E menos ainda por empresas que veem na estabilidade dos empregados, um fator essencial para o sucesso de seus negócios.

O seu campo de busca estaria restrito a empresas que querem resultados de curtíssimo prazo e não se preocupam se um funcionário, depois de conseguidos, decide ir embora. A boa notícia é que o número de empresas em busca de funcionários que possam trazer resultados imediatos é bem grande e continua aumentando. Portanto, você não deverá ter, como não teve até agora, problemas para continuar mantendo a sua política de saltos profissionais.

Max Gehringer, para CBN.

'Estou frustrada por não conseguir a atenção de meus superiores' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 23/05/2014, com uma ouvinte que tentou fazer da sua empresa um lugar melhor segundo a própria visão, desconsiderando as opiniões dos chefes que não lhe ouviram.

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'Estou frustrada por não conseguir a atenção de meus superiores'

mulher arrogante

Uma ouvinte escreve: "Trabalho há poucos meses na empresa atual, mas me sinto muito desconfortável em relação a meus colegas, que possuem baixo nível intelectual e pouca vontade de fazer o que são pagos para fazer. Vejo coisas que poderiam ser corrigidas, se o meu chefe tivesse um pouco de iniciativa e de autoridade, mas esse não é o perfil dele. Ele é tão fraco quanto os subordinados que deveria dirigir e orientar.

Decidi então procurar a gerente do setor, que é a chefe do meu chefe, e expliquei para ela que a empresa poderia ser mais produtiva se algumas medidas primárias fossem tomadas, como uma melhor divisão de tarefas e mais cobrança em cima daqueles que ficam acessando a internet e perdendo tempo nas redes sociais, em vez de se dedicar ao trabalho. A gerente me recomendou que eu procurasse fazer a minha parte, que ela se encarregaria de tomar as providências que competem a ela. Fiquei sem saber o que responder, porque esperava dela uma atitude mais pró-ativa.

No fim, me decepcionei ao descobrir que a empresa não funciona, nem de cima para baixo, nem de baixo para cima. Não quero me fazer de vítima porque esse nunca foi e nem será o meu perfil. Mas minha formação e minha motivação fazem com que eu me sinta frustrada por não ter sequer conseguido a atenção de meus superiores.

Se algo estiver errado nessa minha tentativa de procurar fazer o melhor e influir para que todos também façam, eu gostaria que você me dissesse em uma palavra, o que poderia ser."


Arrogância.

Max Gehringer, para CBN.

'Negócio próprio não deu certo e, agora, não consigo voltar ao mercado de trabalho' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 22/05/2014, com um ouvinte que abriu um negócio próprio que não deu certo e agora tem que voltar ao mercado de trabalho.

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'Negócio próprio não deu certo e, agora, não consigo voltar ao mercado de trabalho'

retornando ao mercado de trabalho

Um ouvinte escreve: "Tenho 42 anos, sempre trabalhei em empresas de porte e a minha carreira foi bem razoável, tanto em cargos quanto em salários. Faz um ano e meio, aproveitando a experiência adquirida e pensando em conseguir, em médio prazo, mais do que eu tinha acumulado em vinte anos de carreira, decidi partir para um negócio próprio. Infelizmente, não me dei bem. Tive que encerrar a empresa com prejuízo e me vejo agora na situação de ter que retornar ao mercado de trabalho. Fiz três entrevistas para posições em que eu me encaixava. Contei exatamente tudo o que aconteceu na minha empresa própria e não consegui nenhuma das três vagas. Minha dúvida é se devo inventar alguma outra história para explicar porque eu passei um ano e meio fora do mercado?"

Bom, eu não sei que tipo de história você poderia inventar sem que um entrevistador percebesse que você estaria escondendo a verdade. Mas também não creio que retornar ao mercado como empregado depois de uma experiência mal sucedida como dono, seja, por si só, um fator de eliminação em um processo seletivo. O que pode ter acontecido é que você não conseguiu mostrar aos entrevistadores como esse ano de autonomia poderá trazer vantagens para uma empresa que o contrate.

Na próxima entrevista, eu lhe sugiro dizer, bem rapidamente, que você abriu um negócio próprio que lhe rendeu o que você esperava, mas que você chegou à conclusão de que se sente melhor como empregado, trabalhando em equipe, dividindo decisões e respeitando a hierarquia. Isso é tudo o que um entrevistador quer ouvir. Ficar entrando em muitos detalhes iria mais confundir do que esclarecer.

Max Gehringer, para CBN.

'Tenho enormes dificuldades para tomar decisões' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 21/05/2014, com um ouvinte que tem receio em tomar grandes decisões na carreira.

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'Tenho enormes dificuldades para tomar decisões'

medo de tomar decisões

Um ouvinte escreve: "Estou faz sete anos neste emprego, que é o único que tive na vida. Não tenho muitas queixas em termos de ambiente com os colegas e de tratamento por parte da chefia, mas estou certo de que hoje eu poderia estar bem melhor em termos salariais e de carreira, se tivesse me arriscado mais. Esse é o meu problema. Eu tenho uma dificuldade enorme para decidir. Até já recebi algumas propostas para mudar de emprego, mas passo tanto tempo avaliando cada detalhe, que no fim acabo nem respondendo. O que você sugere que eu faça, já que temo ter que passar a vida inteira neste emprego por falta de coragem?"

Olhando pelo lado bom, muita gente aceita a primeira proposta que aparece e se arrepende em poucos dias por ter mudado. É o caso oposto ao seu, o caso dos apressados ou descuidados, que avaliam somente um aspecto da proposta, e normalmente aquele aspecto que acham que deveriam ter no emprego atual e não têm, mas deixam de avaliar o que têm no emprego presente e não teriam no seguinte.

No seu caso, o seu excessivo cuidado acaba fazendo com que você deixe passar uma boa proposta por algum motivo banal, como por exemplo, um aumento não muito grande na distância entre a sua casa e o novo emprego.

A minha sugestão seria: mude, mas na primeira mudança, considere apenas propostas de empresas de ramo similar ao seu, para fazer um trabalho semelhante ao que você já faz. Ao mudar com vantagens na primeira vez, você perderá a maior parte do receio para avaliar propostas nas vezes seguintes.

Max Gehringer, para CBN.

Pedi para o meu chefe me dispensar, mas ele não aceitou - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 20/05/2014, com um ouvinte que pediu para ser dispensado do trabalho para receber a multa do fundo de garantia, mas a empresa se negou.

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Pedi para o meu chefe me dispensar, mas ele não aceitou

dispensa do trabalho

Escreve um ouvinte: "Prestei um concurso público. Passei e devo começar nele daqui a sessenta dias. Pedi a meu chefe atual que me dispensasse, para que eu possa sacar o meu fundo de garantia e receber os meus direitos, já que tenho sete anos de empresa e sempre fui um bom funcionário. Ele recusou, alegando que não é norma da empresa. Pergunto: o que posso fazer a respeito?"

Se você fosse dispensado, receberia na rescisão um valor adicional correspondente à multa do seu fundo de garantia. Como o próprio nome diz, uma multa é uma penalidade. É uma sobrecarga que a lei impõe a uma empresa que dispensa um funcionário sem justa causa. Essa multa foi implantada para que uma empresa pense bem antes de efetuar uma dispensa que poderia ser evitada se o funcionário fosse bem aconselhado e recebesse uma oportunidade para se recuperar.

Nada disso se aplica a seu caso, já que você vai sair por sua própria iniciativa e sua empresa preferiria que você ficasse. Você está avaliando essa multa como um prêmio por seu tempo de serviço prestado, algo que não é previsto por lei. Por outro lado, empresas em geral evitam dispensar funcionários que pedem para ser demitidos porque atender a um acabaria levando outros a fazer a mesma solicitação.

Em resumo, do ponto de vista legal, a sua empresa está agindo de forma correta. Se você aceitar um conselho, trabalhe nesses últimos sessenta dias com eficiência, para sair da empresa com prestígio e não em litígio. Isso porque você ainda não sabe se irá se adaptar ao serviço público. E caso não se adapte, a sua primeira opção seria a de retornar à empresa que você está deixando.

Max Gehringer, para CBN.

'Fiz gestão de logística, mas não sei em quais vagas essa formação se encaixa' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 19/05/2014, sobre quais vagas uma pessoa que estudou gestão de logística pode almejar nas empresas.

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'Fiz gestão de logística, mas não sei em quais vagas essa formação se encaixa'

gestão de logística

Escreve um ouvinte: "Eu me formei em um curso de Gestão em Logística. Pergunto: em que tipo de vagas se encaixa essa formação? Em minha busca por uma colocação na área, só encontrei vagas de auxiliar e assistente, para executar tarefas burocráticas. No curso que fiz, aprendi muito mais do que isso. Mas até agora não vi nenhum anúncio de emprego para gestor de logística e não conheço nenhuma empresa que tenha uma função com esse nome. A minha dúvida é: fui ou não preparado para ser um gestor?"

Vamos lá. Na nomenclatura das empresas, um gestor é um profissional que ocupa um cargo de chefia e que tem subordinados diretos. E nenhum curso, seja ele de logística ou qualquer outro, prepara um formando para ser admitido já como chefe, sem antes passar pelo processo normal de ser um subordinado, mostrar aptidões e demonstrar no dia a dia que possui a liderança e a postura que são exigidas de um chefe.

A vaga que você vem procurando, e que existe nas empresas, é a de encarregado de logística, uma função que inclui a gestão de pessoas e a gestão técnica, administrativa e financeira de um setor de logística. Mas você não irá chegar a ela sem antes passar pelo estágio inicial de auxiliar ou assistente.

Não é que os cursos de gestão estejam enganando quem opta por eles. De fato, o formando recebe informações necessárias para um dia vir a se tornar um gestor. Mas, para as empresas, isso só irá acontecer depois que o formando mostrar que possui outras habilidades que o curso não ensina, como convivência, adaptação e, principalmente, resultados práticos.

Max Gehringer, para CBN.

Busca pelo emprego perfeito mudou o mercado - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 16/05/2014, com um ouvinte que é o retrato de um fenômeno no mercado de trabalho, especialmente entre os jovens: a de ficar pulando de emprego em emprego, sempre procurando o emprego perfeito, sem avaliar direito todos os fatores.

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Busca pelo emprego perfeito mudou o mercado

mercado de trabalho pulando de emprego

"Tenho 24 anos e trabalho desde os 21", um ouvinte escreve. "Nesses três anos de vida profissional, tive quatro empregos. Minhas saídas sempre ocorreram porque eu pedi demissão, por motivos variados. A primeira empresa não era tão boa quanto eu esperava. Na segunda, não me dei bem com meu supervisor. E na terceira, o ambiente de trabalho era horrível. Estou na empresa atual faz cinco meses e não me adaptei ao tipo de trabalho que executo, muito rotineiro e sem nenhum desafio. Já comecei a procurar um novo emprego e pergunto se estou fazendo alguma coisa errada ou se tenho dado azar em aceitar os empregos que aceitei até agora?"

Eu lhe diria que você é mais ou menos o retrato de um fenômeno que mudou a cara do mercado de trabalho de uma década para cá. É uma espécie de busca pelo emprego perfeito, aquele que irá proporcionar um ótimo ambiente para trabalhar, grandes desafios intelectuais e oportunidades de promoção, e tudo isso em curtíssimo prazo. Ao não encontrar uma dessas variáveis em um emprego, a opção passou a ser já partir para outro, sem avaliar devidamente se os outros dois fatores existem e se poderiam compensar aquele que motivou o pedido de demissão.

Não estou dizendo que mudar de emprego com frequência seja sempre ruim. Não é, se a cada mudança, você conseguir no mínimo, 15% a mais de remuneração. Já mudar por um salário igual, é algo que cedo ou tarde irá fazer com que você acabe se situando, aos olhos do mercado, em um patamar salarial baixo. Certamente, não é o que você quer. E somente um pouco de estabilidade poderá evitar que isso aconteça.

Max Gehringer, para CBN.

O que devo fazer se sou muito emotiva no trabalho? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 15/05/2014, com uma ouvinte que tem o pavio curto e está se prejudicando no trabalho por causa disso.

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O que devo fazer se sou muito emotiva no trabalho?

mulher pavio curto

Uma ouvinte escreve: "Meu problema é que sou explosiva. Já recebi várias recomendações de meus superiores para tentar ser mais calma e menos emotiva. Mas não consigo. Respondo antes de pensar e sempre num tom de voz mais alto e quase sempre agressivo. E isso acaba gerando confrontos e mal-entendidos. Sempre fui assim e não consigo evitar. E pergunto se há algo que eu possa fazer?"

De fato, esse tipo de comportamento, também chamado de pavio curto, é responsável por minar, no nascedouro, carreiras que poderiam ser muito promissoras. É verdade que não temos como controlar todas as situações que aparecem no trabalho. Mas podemos sim, aprender a controlar melhor as nossas reações quando alguma coisa nos desagrada.

No seu caso, como você está bem consciente de que sua carreira pode degringolar se você continuar a agir com essa intempestividade desnecessária, a solução é procurar ajuda clínica especializada. As recomendações que você irá ouvir irão desde caminhar diariamente, ou ter algum hobby que lhe ajude a relaxar, ou tomar algum calmante que o médico lhe receite ou fazer terapia para tentar descobrir as reais causas do seu comportamento, para poder minimizá-las. Mas o importante é que você procure logo essa ajuda.

Geralmente, quem tem pavio curto costuma se defender alegando que numa situação de pressão, é melhor desabafar do que se segurar. Mas a ciência já comprovou que isso não apenas não é verdade, como é exatamente o contrário. Explodir por qualquer coisa é que pode causar problemas físicos e emocionais, na vida e no trabalho.

Max Gehringer, para CBN.

'Gostaria de ter experiências em outros setores da empresa, mas sem contrariar meu chefe' - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 14/05/2014, com um ouvinte que quer ter experiências profissionais em outras áreas da empresa, mas seu chefe direto não lhe libera.

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'Gostaria de ter experiências em outros setores da empresa, mas sem contrariar meu chefe'

setores áreas da empresa

Um ouvinte escreve: "Nos últimos seis meses recebi dois convites para mudar de setor na empresa em que trabalho. Mas, em ambos os casos, meu chefe se recusou a me liberar. Depois do segundo convite, meu chefe conversou comigo e me disse para ter um pouco de paciência, porque haveria oportunidades para mim no setor em que estou. Eu gostaria muito de ter uma experiência em outro setor, mas não sei se contrariar o meu chefe seria uma atitude recomendável."

Bom, vamos tentar separar as duas causas prováveis da recusa do seu chefe. A primeira, boa, é que ele realmente tenha planos de curto prazo para você. E a segunda, ruim, é que ele esteja apenas lhe engabelando, porque você é um subordinado exemplar e seu chefe prefere prejudicar a sua carreira a procurar um eventual substituto para você.

Portanto, antes de qualquer outra coisa, você precisa descobrir com que tipo de chefe está lidando. Ele tem um histórico de fazer promessas e cumpri-las? No passado, ele já liberou algum funcionário para outra área? Se a resposta for "sim", vale a pena você ter aquela dose extra de paciência que ele recomendou.

Agora, se a resposta for "não", ou seja, se você corre mesmo o risco de mofar onde está, só porque é bom, você deve esperar uns dois ou três meses e aí começar a cobrar a promessa que seu chefe lhe fez. Mas faça isso da maneira mais amigável possível, solicitando uma conversa com ele para falar do seu futuro. Se ele continuar enrolando, uma solução seria você conseguir uma oferta de emprego em outra empresa e usá-la para barganhar a sua permanência. Em seu próprio setor ou em outro.

Max Gehringer, para CBN.

Nunca vou ser diretor em uma empresa familiar - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 13/05/2014, com um ouvinte que procura por uma vaga gerencial em uma empresa de maior porte no mercado de trabalho, depois de decidir que não terá muitas oportunidades na empresa familiar em que atualmente trabalha.

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Nunca vou ser diretor em uma empresa familiar

empresa familiar

Escreve um ouvinte: "Ocupo há dois anos um cargo de gerência. Como a empresa em que trabalho é familiar e não é grande, minhas possibilidades de algum dia chegar a diretor são muito remotas, quando não praticamente inexistentes. Por isso, decidir começar a procurar uma vaga de gerente em uma empresa de maior porte. Como esta é a primeira vez que me candidato a uma função gerencial, pergunto se seria conveniente eu me cadastrar em sites de emprego?"

Não, pelo contrário, seria dar um tiro no pé. Ao se cadastrar, você escancara para o mercado de trabalho que está querendo sair da empresa atual. De alguma maneira, isso poderá acabar chegando aos ouvidos do dono de sua empresa. E empreendimentos familiares não costumam digerir muito bem a intenção de alguém que, como você, ocupa um cargo de confiança e queira ir embora. E o que é pior, sem nunca ter dito ao dono que estava insatisfeito com a falta de oportunidades na empresa dele.

O que funciona melhor em casos como o seu é enviar currículos a agências de headhunters que mantenha confidencialidade. Ou então contatar amigos confiáveis para que eles recomendem você para uma vaga ou uma entrevista. Você pode também enviar o seu currículo com uma carta pessoal de apresentação a meia dúzia de empresas nas quais lhe interesse trabalhar, e que não tenham contato direto com a sua empresa atual.

Os sites de emprego costumam funcionar bem para vagas de baixa hierarquia. Mas as vagas executivas precisam ser tratadas com mais cuidado, para que o interessado não acabe se indispondo com a empresa em que trabalha.

Max Gehringer, para CBN.

Empresas dão valor para um diploma de EAD? - by Max Gehringer

Transcrição do comentário do Max Gehringer para a rádio CBN, do dia 12/05/2014, com um ouvinte que pergunta se as empresas dão valor a um diploma de um curso de ensino a distância.

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Empresas dão valor para um diploma de EAD?

EAD ensino a distância

Um ouvinte escreve: "Estou para me formar num curso de ensino a distância. Fiz essa opção porque viajo muito a trabalho e por isso não teria como fazer um curso presencial. Os meus amigos me dizem que as empresas não dão valor a um diploma de EAD. E eu gostaria de saber se isso é mesmo verdade?

Bom, eu lhe diria que alguns recrutadores talvez não apreciem o EAD. Mas isso não pode ser interpretado como uma regra válida para todo o mercado de trabalho. Os entrevistadores mais sensatos costumam perguntar porque um candidato a emprego optou pelo EAD e o seu caso seria aceito sem contestações, já que ou você fazia o EAD ou então não estudaria, já que seus horários de trabalho o impediriam de fazer o curso presencial.

Mas há um detalhe importante e que você talvez não saiba. No certificado de conclusão do curso, não aparece se ele foi presencial ou EAD. A preocupação está muito mais na cabeça dos candidatos, que já vão para a entrevista agoniados, imaginando que essa será a primeira pergunta que o entrevistador irá fazer, quando a maioria deles não a faz.

Portanto, não esquente a cabeça. Se a faculdade que você está cursando oferece somente cursos de EAD, a dedução é óbvia, mas você tem uma explicação razoável. Agora, se a sua faculdade oferece cursos tanto presenciais quanto de EAD, você nem precisa colocar no currículo que seu curso foi de EAD e nem mencionar isso na entrevista.

Em resumo, aproveite bem o curso, que exige muito mais de quem precisa estudar sozinho, e agradeça a seus amigos por se preocuparem com a sua carreira.

Max Gehringer, para CBN.

2014-05-29

Coin - um curta animado nostálgico para velhos fãs de games

Coin é um curta de animação com um visual retrô dos games da geração 16 bits. Cheio de referências a games, tanto visuais quanto sonoras, ele é inspirado nos velhos jogos de aventura e beat 'em up (ou joguinhos de luta, como eu chamava), apesar de também ter uma homenagem aos jogos shoot 'em up (ou joguinhos de nave espacial).

Dirigido por Chris Burns do EXIT 37 Studios, Coin nos mostra a história do valente Donovan Murdock, que tem sua preciosa moeda roubada e faz de tudo para recuperá-la, enfrentando muitos obstáculos (pelo menos o clichê da princesa em apuros não foi usado). Deixando a história de lado, o que importa é a porradaria intensa e o visual e as referências a games. Imperdível:


Coin from EXIT 73 studios on Vimeo.

Dica via Anões em Chamas - Animação de Sábado - Coin.

2014-05-28

As lindas fotografias de pescadores contra o sol de Hamni Juni

Hamni Juni é um fotógrafo da Malásia, mas que na verdade, vive pelo mundo, viajando e fotografando. Com sua câmera, Hamni Juni registra momentos em que homens e a natureza se fundem, captando tanto a beleza natural das paisagens quanto a presença única dos seres humanos ali. Viajando muito por lugares em que a civilização mal alcançou, o artista retrata tanto o trabalho duro de camponeses quanto a alegria deles só por estarem vivos.

Dentre as fotos de Hamni Juni, algumas me chamaram mais a atenção, não só pela extrema beleza da composição das imagens, mas também pelo tema em comum. São pescadores artesanais, trabalhando enquanto o sol se põe (ou está nascendo, não há indicação temporal). As mais belas fotos, na minha opinião, são aquelas em que os pescadores aparecem no contraluz, em formas de silhuetas. A maioria dessas fotos foi tirada no Lago Inle, em Mianmar (ou Birmânia), apesar de algumas terem sido tiradas na Indonésia.

Vejam as lindas fotografias de pescadores contra o sol de Hamni Juni:

Hamni Juni fotografia pescadores contraluz silhuetas pôr nascer do sol natureza

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Imagens via perfil de Hamni Juni no 500px. Dica via The Design Inspiration - Fisherman.

2014-05-27

Gift - um tocante curta sobre um filho e seu pai

"Gift" ("Presente") é um curta de Singapura, dirigido por Daniel Yam. Este tocante e sentimental curta se tornou bastante conhecido há algum tempo. O vídeo mostra um rapaz que nunca gostou do estilo de vida que seu pai lhe deu. Mas quando este morre e ele acaba descobrindo coisas sobre o seu pai que o fazem vê-lo de maneira diferente.



É um vídeo que fala com todos aqueles filhos que já sentiram vergonha ou se sentiram embaraçados pelos seus pais, e que só depois de adultos, conseguiram ver que, a despeito da visão romântica de pais super-heróis, como diria Renato Russo, eles "são crianças como você..."

O curta faz parte do Viddsee, uma iniciativa para difundir curtas asiáticos.

2014-05-26

As sombrias ilustrações de fantasia de Jacob Atienza

Jacob Atienza é um artista americano que produz ilustrações e artes conceituais. Seus principais clientes são empresas de entretenimento, especialmente no campo de games. Trabalhando majoritariamente com ilustrações baseadas em fantasia, Jacob Atienza cria fantásticas criaturas monstruosas, com um clima soturno e sombrio. São monstros colossais, guerreiros arcanos, deuses pagãos, demônios de fogo, elementais e outros personagens saídos diretamente dos pesadelos dos aventureiros mais corajosos.

Vejam as sombrias ilustrações de fantasia de Jacob Atienza:

Jacob Atienza deviantart ilustrações fantasia sombria

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Imagens via perfil de Jacob Atienza no DeviantArt. Dica via The Design Inspiration - Stone Giant.

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